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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
História de Amor da Filha do Regedor

 

 

 

 

Já é noite quando o Regedor e sua família recebem uma visita inesperada – Zé Brasileiro Português de Braga, acabadinho de chegar!


A filha do Regedor e o Zé, logo logo se apaixonam, para grande infelicidade de D. Graça, mulher do Regedor.


Como acabará esta História de Amor da Filha do Regedor?


 

Autora: R.M.Cruz
Elenco: Marta Carvalho,  Sérgio Araújo,  Vânia Silva,  Wagner Kosisck
Encenação: Maíra Ribeiro
Iluminação e Sonorização: Mário Pinto e Maíra Ribeiro
Figurinos: Centro de Criatividade da Póvoa de Lanhoso  &  R. M. Cruz
Caracterização: Colectiva
Produção: Tin.Bra

blog do Tin.Bra:
publicado por: Alfredo Gaspar / Tin.Bra às 23:40
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Domingo, 23 de Maio de 2010
2ª Mostra de Teatro Infanto Juvenil

 

O Tin.Bra, à semelhança do ano transacto, leva ao palco de 2 a 20 de Junho de 2010 a sua Mostra de Teatro Infanto Juvenil, onde se apresentarão diversas actuações e performances teatrais como resultado final das sua oficinas de teatro e que culminará com a presença do grupo convidado CONTACTO - Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar, com a apresentação da peça "Max & Mila" de Volker Ludwig e encenada por Manuel Ramos Costa, pelas 16:00 do dia 20 de Junho de 2010.

 

 

Dia   2 de Junho de 2010 - 21:30 - "Etiqueta" de Sónia Sousa (fotos)

 

Dia   9 de Junho de 2010 - 21:30 - "Belavista" de Lisa McGee, encenação de Sónia Sousa (fotos)

 

Dia 18 de Junho de 2010 - 21:30 - "Do Conto à Poesia" encenação de Wagner Kosisck (fotos)

 

Dia 19 de Junho de 2010 - 15:00 - "O Grilo Assobiador" encenação de Marta Carvalho (fotos)

 

Dia 19 de Junho de 2010 - 16:00 - "Os Medos" encenação de Eva Fernandes (fotos)

 

Dia 19 de Junho de 2010 - 21:30 - "O Estranho Humano" encenação Wagner Kosisck (fotos)

 

Dia 20 de Junho de 2010 - 10:30 - "O Gato Comeu-te a Língua?" de Sónia Sousa (fotos)

 

Dia 20 de Junho de 2010 - 16:00 - "Max & Mila" de Volker Ludwig pela Contacto (fotos)

 

Todas as representações serão efectuadas no Auditório Municipal Galécia, sito na Rua Comendador António Maria Santos da Cunha, Maximinos, Braga, por protocolo de utilização com o Município de Braga



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publicado por: Alfredo Gaspar / Tin.Bra às 00:52
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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010
A Casa de Bernarda Alba

 

Sábado, 24 de Abril de 2010 pelas 21:45 no Auditório Municipal Galécia - Braga

ingressos: 2 €

 

A Casa de Bernarda Alba

Espectáculo resultante da formação Tin.Bra “Curso Livre de Teatro II”

 

Em A casa de Bernarda Alba, seu único texto de teatro escrito em prosa, Lorca recorre ao simbolismo para realizar uma nova investida no teatro. Bernarda Alba, personagem central do texto, é uma matriarca dominadora que mantém as cinco filhas, Angústia, Madalena, Martírio, Amélia e Adela sob vigilância implacável, transformando a casa onde vivem, num pequeno povoado em Espanha, num caldeirão de tensões prestes a explodir a qualquer momento.
Com a morte do seu segundo marido, Bernarda decretara um luto de oito anos e submete suas filhas à reclusão dentro das frias paredes da sua casa e das janelas cerradas. Duas das raparigas, porém, apaixonadas por um mesmo galanteador das redondezas, um rapaz de vinte e cinco anos chamado Pepe Romano, desencadeiam no meio daquele luto uma disputa cruel e perigosa para conquistarem o amor daquele mesmo homem, com consequências trágicas.
A construção central do drama de Lorca – a casa na qual uma família de mulheres solitárias é controlada por uma mãe centralizadora e tirânica – teria sido inspirada por uma família da pequena cidade granadina de Valderrubio, onde os pais do poeta tinham uma propriedade rural e conheceram certa Frasquita Alba, mãe de quatro filhas às quais comandava com mão de ferro e um homem de nome Pepe de la Romilla, que se teria casado com a filha mais velha de Frasquita por seu dote e, posteriormente, envolvido com a mais jovem das irmãs. Dessa história real, Lorca apropriou-se da ideia de uma casa sem homens para compor o tema central de La Casa de Bernarda Alba, seja qual for o lugar da mulher na sociedade espanhola.

 

Elenco: Ana Fernandes como Angustias, Daniel Gomes como A Criada, Diana Aires como La Poncia, Joana Barros como Adela, Joana Martins como Bernarda Alba, Lídia Lopes como Maria Josefa, Luísa Monteiro como Madalena, Margarida Lopes como Mendiga, Adelaide e Prudencia, Sofia Monteiro como Amelia, Vânia Silva como Martirio.

 

Adaptação, Encenação, Concepção Plástica, Desenho de Luz, e Formação:  Wagner Kosisck

Equipa técnica de iluminação e sonorização: Alfredo Gaspar / André Gaspar / Fátima Gaspar

Guarda-roupa: Centro de Criatividade da Póvoa de Lanhoso & R. M. Cruz

Caracterização: Vânia Silva

Produção: Tin.Bra

duração: 70 minutos / maiores de 12 anos

 




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publicado por: Alfredo Gaspar / Tin.Bra às 01:03
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010
Belavista
Belavista

Espectáculo integrado no concurso “Panos 2010” promovido pela Culturgest

Elenco:

Ana Bárbara Bastos como Bela

Ana Clara Duhamel como Mãe do Zé e Tó

Ana Sofia Reis como Guerra

Carla Marques como Jimmy

Carlos Lima como Zé

Daniel Gomes como Tó

Inês Peixoto como Dara

Inês Seixas como Lili

José Inácio como Jacob

Juliana Quintas como Mulher Simpática

Mafalda Sampaio como Rato

Raquel Ferreira como Sansão

Autora: LisaMcGee

Tradução: Alexandra Barreto

Encenação: Sónia Sousa

Assistente de encenação: Vânia Silva

Contra-regra: Joana Gaspar

Construção de cenários: Jorge Silva, Maria Baptista, Sónia Sousa, Vânia Silva

Desenho de luz, sonoplastia, iluminação e sonorização: Alfredo Gaspar, André Gaspar, Fátima Gaspar

Guarda-roupa: R. M. Cruz & Tin.Bra

Caracterização: Vânia Silva

Produção: Tin.Bra

duração: 70 minutos / m 12 anos

 

O título original da peça – The Heights – traduziu-se em Português para Belavista, numa alusão ao bairro problemático de Setúbal.

Belavista é sobre o fascínio pelo que é real e o que é imaginado. É ainda uma peça sobre a solidão, e como contar histórias ajuda a diminuí-la. O público é transformado em detective, procurando distinguir o que é facto do que é ficção. No centro da história está a reclusa Lili, que vive num bairro chamado Belavista. Uma doença não lhe permite sair do quarto, e a janela é a única ligação ao mundo exterior, de onde observa os seus vizinhos e passa o tempo a inventar histórias sobre eles. Um encontro fora do normal com Dara, outra rapariga do bairro, dá origem a uma amizade entre as duas adolescentes, com consequências tão hilariantes quanto perigosas...

 

"Quando comecei a escrever Belavista estava inicialmente interessada em explorar a vida de alguém que se sentisse um outsider. Na peça, quer Lili, quer Dara, sentem-se isoladas e fora daquilo que é o normal, embora cada uma à sua maneira. Nenhuma delas consegue verdadeiramente encaixar nos seus respectivos mundos.

Também pretendi explorar a ideia de contar uma história. A janela do quarto da Lili é a sua única conexão com o mundo exterior. Ela vê obsessivamente os seus vizinhos a partir dela e mantêm-se ocupada construindo histórias sobre eles.

Suponho que Belavista é uma peça sobre um escritor enquanto observador voyeur.

A única coisa que a Lili consegue verdadeiramente controlar são as suas histórias. É através destas histórias que a Lili consegue experienciar todas as coisas que ela gostaria de experienciar na vida real mas que não é capaz.

Acima de tudo o que eu verdadeiramente queria era escrever uma peça que falasse de quão maravilhosa e poderosa pode ser a nossa imaginação."

Lisa McGee, (Autora)

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publicado por: Alfredo Gaspar / Tin.Bra às 11:02
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